Curiosidade da engenharia
TIPOS DE GASOLINA PARA SEU CARRO

Comum, Aditivada ou Premium; veja a diferença entre elas!

Em todos os postos brasileiros em que você chega com o carro há basicamente três tipos de gasolina: comum, aditivada e premium. Mas, além do preço por litro, qual a diferença entre elas? Tem o mesmo efeito no motor do carro? Se você ainda não prestou a atenção nisso, fiquei atento às dicas. O uso do combustível faz toda a diferença para o motor do seu veículo.

Importante: independentemente se é comum, aditivada ou premium, toda gasolina automotiva vendida no Brasil tem 25% de etanol anidro. Está na lei esse mesmo percentual para todas, não importa a marca. Não caia nessa conversa que determinada marca tem mais ou menos etanol. Esclarecido esse ponto, veja as diferenças entre os principais combustíveis existentes hoje.

Comum

A gasolina comum é o combustível bruto que sai das refinarias acrescido dos 25% de etanol anidro. Ele não contém nenhum tipo de aditivo e é basicamente igual em todas as marcas. Por não ter aditivos, é o combustível menos recomendado para os automóveis porque não contém em sua fórmula substâncias que protegem o motor.

Combustíveis comuns, sem aditivo, deixam resíduos de combustão depositados sobre as válvulas de admissão do motor, comprometendo a mistura entre o ar e o combustível ao longo do tempo. Em médio prazo, a sujeira compromete o funcionamento do veículo, o que pode resultar em aumento de consumo de combustível.

Aditivada

A aditivada também tem os 25% de etanol anidro. Porém, ela é composta por aditivos químicos que ajudam na limpeza do motor. Cada marca tem sua fórmula específica de aditivada. Em geral, todas têm detergentes e dispersantes. O detergente desprende a sujeira e o dispersante faz com que ela seja quebrada para ser eliminada pelo sistema de combustão. Nos aditivos ainda estão anticorrosivos e antioxidantes.

A gasolina Shell V-Power Nitro+, a aditivada dos Postos Shell, por exemplo, traz um benefício a mais. Ela tem uma substância chamada FMT (Friction Modification Technology), desenvolvida no mesmo laboratório que testa os combustíveis para a equipe Ferrari de Fórmula 1. O FMT cria uma película de proteção nas partes internas do motor que reduz a fricção (atrito). Com menos atrito, a energia que seria desperdiçada pelo motor é melhor aproveitada em forma de potência nas acelerações.

Premium

Como manda a lei, a premium também tem os 25% de etanol anidro. Ela é composta por aditivos usados na gasolina aditivada que ajudam na conservação e limpeza do motor. A principal diferença é em relação à octanagem. Enquanto a comum e a aditivada têm 87 octanas (ou IAD – índice anti detonante), a premium tem 91 octanas.

A octanagem é a medida de resistência da gasolina à queima espontânea que ocorre dentro da câmara de combustão. Assim, com maior octanagem é possível que os motores operem com maiores taxas de compressão, o que se traduz em melhor eficiência. Mas é importante saber que a octanagem terá efeito significativo somente nos carros de alta compressão. Ou seja, nos mais potentes, geralmente os esportivos de luxo. Nos demais veículos, o efeito da premium é imperceptível.


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“O óleo está precisando ser trocado. Que óleo vai, doutor?”

Qual óleo escolher? Este tipo de situação é comum quando se faz a checagem do óleo em seu carro. Quando a fatídica pergunta é feita, é comum pensar que óleos são todos iguais e a única diferença é o preço..

Antes de mais nada, convém saber adequadamente o papel ou funções que o óleo lubrificante desempenha dentro de seu motor:

  • Lubrificar – A função primária do lubrificante é formar uma película delgada entre duas superfícies móveis, reduzindo o atrito e suas conseqüências, que podem levar à quebra dos componentes;
  • Refrigerar – O óleo lubrificante representa um meio de transferência de calor, “roubando” calor gerado por contato entre superfícies em movimento relativo. Nos motores de combustão interna, o calor é transferido para o óleo através de contatos com vários componentes, e então, para o sistema de arrefecimento de óleo;
  • Limpar e manter limpo – Em motores de combustão interna especialmente, uma das principais funções do lubrificante é retirar as partículas resultantes do processo de combustão e manter estas partículas em suspensão no óleo, evitando que se depositem no fundo do cárter e provoquem incrustações;
  • Proteger contra a corrosão – A corrosão e o desgaste podem resultar na remoção de metais do motor, por isso a importância dos aditivos anticorrosivo e antidesgaste;
  • Vedação da câmara de combustão – O lubrificante ao mesmo tempo que lubrifica e refrigera, também age como agente de vedação, impedindo a saída de lubrificante e a entrada de contaminantes externos ao compartimento.
A origem do lubrificante
Quanto à origem, há três tipos: mineral, sintético e semi-sintético.

O mineral é feito a partir do refinamento do petróleo, enquanto o sintético é criado em laboratório a partir de diversos componentes.

A diferença é que o uso do sintético pode proporcionar aumento da vida útil do motor e maior desempenho, garantindo lubrificação superior à dos minerais.

A extensão da vida útil do motor é explicada por essa maior lubricidade, que diminui o desgaste causado pelo atrito entre as peças, embora seja bem mais caro. Com a diminuição do atrito, parte da energia antes dissipada sob forma de calor é convertida em energia mecânica, contribuindo para melhorar o desempenho do motor.

Já o semi-sintético é uma mistura de lubrificante mineral com sintético, com desempenho (e preço) intermediário entre um e outro. Compare os preços: um óleo mineral sai entre 5 e 7 reais o litro, contra 15 a 20 reais do semi-sintético e 25 a 35 do sintético.

Quais os tipos de óleos lubrificantes existem no mercado?

Os óleos lubrificantes são classificados por três normas: SAE, API e ASTM.

- SAE: Society of Automotive Engineers - que define a classificação do lubrificante conforme a necessidade, normalmente está relacionada a viscosidade do óleo;

- API: American Petroleum Institute - desenvolve a linguagem para o consumidor em termos de serviços dos óleos lubrificantes;

- ASTM: American Society for Testing of Materials - define os métodos de ensaios e limites de desempenho do lubrificante.

Classificação pela Viscosidade

Viscosidade: Quando um fluido muda do estado de repouso para o de movimento, ocorre uma resistência ao fluir, devido ao atrito interno do mesmo. A viscosidade é uma medida desse atrito interno.

Para se medir a viscosidade do lubrificante existem diversas técnicas. Sua classificação se dá pela norma SAE da seguinte forma:

SAE + números com dois algarismos (para motores a explosão).

Exemplos: SAE 5, SAE 10, SAE 20, SAE 30, SAE 40, etc. 

Quanto maior for esse número, maior será a viscosidade do óleo. Em termos mais vulgar, digamos mais grosso. Esses lubrificantes também são chamados de monograu ou monoviscoso, pois, independente da temperatura, sempre terá seu valor ao indicado.

Temos também os óleos multigrau ou multiviscosos. Esses óleos possuem dois números, sendo o primeiro acompanhado pela letra W (winner) que significa inverno em inglês, lembrando baixas temperaturas.  Sendo assim, sua viscosidade pode variar de acordo com a temperatura, atendendo melhor o motor.

Exemplos: SAE 20W40, SAE 20W50, etc.

Classificação quanto ao tipo de serviço

A norma API classifica o óleo lubrificante quanto ao serviço prestado por eles (motores que atendem).

Sua classificação se dá sempre pela sigla API seguida da letra S (service) e outra que vai de A até L atualmente.

Exemplos: API SA, SB, SC, SD, SE, SF, SG, SH, SI, SJ e SL.

Quanto mais avançado for a segunda letra, melhor é o lubrificante em termos de serviço, ou seja, atendem a todos os motores fabricados até hoje.

Obs.: Os óleos SA não possuem aditivação e atendem apenas aos motores muito antigos, fabricados antes da década de 50. Já os óleos SL são indicados a todos os motores fabricados até hoje. Lembre-se, quanto maior o avanço da segunda letra, mais caro é o óleo. No final do texto você poderá encontrar gráficos indicativos.

Se você tem um carro da década de 80 por exemplo, não necessita utilizar óleos SJ ou SL. Logicamente não trarão problemas, mas seria como se quisesse colocar uma tachinha com uma marreta. Essa classificação somente é válida para os motores a álcool e a gasolina. Motores diesel são classificados pela sigla API + C + A a F.

Veja abaixo algumas das classificações:

SF: De 1980 a 1989;

SG: De 1989 a 1994;

SH: De 1994 a 1996;

SI: De 1996 a 1998;

SJ: De 1998 a 2000;

SL: De 2000 aos dias atuais.

Muitos dos óleos recomendados para motores até 1996 já não estão mais a venda, sendo necessário substituir pela categoria superior.

Dica: Para automóveis mais antigos (10 anos ou mais) o sintético não é a melhor relação custo/benefício, já que são motores projetados para trabalhar com lubrificantes de desempenho bem inferior aos vendidos hoje. Logo, o óleo mineral resolve seu caso. Se quiser garantir uma proteção extra, um SJ ou um SL já está de bom tamanho. Além disto, outra restrição deve ser feita em relação aos motores mais rodados, uma vez que normalmente eles tem maiores folgas entre as partes móveis, como anéis de pistão por exemplo, provocando maior “vazamento” de óleo para câmara de combustão e conseqüente esfumaçamento.


Pêndulo

Em Mecânica, um pêndulo simples é um instrumento ou uma montagem que consiste num objecto que oscila em torno de um ponto fixo. O braço executa movimentos alternados em torno da posição central, chamada posição de equilíbrio.

A descoberta da periodicidade do movimento pendular foi feita por Galileu Galilei. O movimento de um pêndulo simples envolve basicamente uma grandeza chamada período (simbolizada por T): é o intervalo de tempo que o objecto leva para percorrer toda a trajectória (ou seja, retornar a sua posição original de lançamento, uma vez que o movimento pendular é periódico). Derivada dessa grandeza, existe a frequência (f), numericamente igual ao inverso do período (f = 1 / T), e que portanto se caracteriza pelo número de vezes (ciclos) que o objecto percorre a trajectória pendular num intervalo de tempo específico. A unidade da frequência no SI é o hertz, equivalente a um ciclo por segundo(1/s).


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